Olá! Boa noite! Voltando com a parte 2 dos livros lidos até setembro de 2025, com um especial Ali Hazelwood:
4. A hipótese do amor -
Ali Hazelwood
Sinopse: Ao descobrir que sua melhor amiga está apaixonada pelo seu ex-namorado, Olive Smith quer apenas que a amiga seja feliz. Por isso, precisa fazê-la acreditar que ela está em outra, mais precisamente, apaixonada por Adam Carlsen, o professor mais detestado da faculdade.
Eu geralmente não leio livros que
estejam no hype porque sei que as pessoas são meio
emocionadas. Porém, toda vez que eu ia à livraria esse livro aparecia. Depois
que descobri que era uma fanfic (amo) de Star Wars (episódios VII a VIX), eu
tive que conferir. E li em quatro dias. É fofo, é clichê, é engraçado, é
clichê, e era exatamente o que eu estava precisando na época.
Mas não é a melhor coisa que eu
já li, porque como eu disse em cima, é bem clichê, previsível, e tenho
dificuldade para aceitar que um homem adulto, professor de faculdade, se
sujeitaria a ser o namorado falso de uma aluna de doutorando, com quem ele só conversou
uma vez. Na minha cabeça, todos os personagens eram mais novos (embora maiores
de idade).
Estrelas: ☆☆☆
5. Amor, teoricamente -
Ali Hazelwood
Sinopse: Elsie Hannaway é uma física teórica que trabalha como “namorada de aluguel” para complementar o seu salário como professora adjunta na universidade. Tudo vai bem, até que ela vê a oportunidade de sua vida: ser professora titular. No entanto, um dos seus avaliadores será Jack Smith, um físico experimental que, no tipo de coincidência típica de comédias românticas, é irmão de um dos clientes de Elsie, e implica com ela desde que se conheceram.
Amei esse livro. Fiquei triste
quando terminou porque passaria mais tempo com aqueles personagens sem
problemas. Achei um pouco mais crível a relação deles e o Jack Smith é um fofo.
Acho que vai entrar na minha lista de livros conforto para reler sempre que a
ressaca literária bater.
Estrelas: ☆☆☆
6. Odeio te amar – Ali Hazelwood
As três histórias são boas, envolventes
e têm um tom de comédia que eu simplesmente devorei muito rápido. Sério, foi 1
dia para cada um. Vou falar sobre eles por ordem do que eu menos gostei, para o
que eu mais gostei:
3. Presa com você:
Depois de se conhecerem e se apaixonar, Sadie corta relações com Erik sem explicação.
Até que um dia eles ficam presos em um elevador e são obrigados a conversar. Dois
queridos emocionados. Três semanas foi suficiente para muitas coisas: amar demais,
odiar demais. Mas não foi suficiente para se comunicar, aparentemente.
2. Sob o mesmo teto: traz
a história de Mara e Liam que descobrem ser os dois herdeiros da tia dele, que deixou
para ambos a sua casa. Como eles não se conhecem, tentam lidar com as diferenças
enquanto dividem o espaço. Bem caseiro, engraçadinho, quentinho pro coração. Quando
acabou, eu percebi que queria mais, porque gostei dos personagens, da história
e do casal.
1. Abaixo de zero:
Hannah e Ian tiveram um momento intenso anos atrás e agora trabalham juntos na
Nasa. Porém, ela acredita que Ian tentou destruir sua carreira e agora o odeia
com todas as forças. Uma pena, porém, que ele seja agora a única pessoa
disposta a resgatá-la quando ela sobre um acidente no Ártico.
O maior defeito dessa história é que
ela acaba muito rápido. Eu leria 300 páginas disso. A mocinha tinha tesão de
sobra, apesar de não ser muito boa para parar e pensar: eu deveria fazer isso
agora? Aqui? Talvez não. Ian é outro emocionado, que também não tem muita noção
de espaço e tempo. Eu certamente não gostaria de ter nenhum dos
dois na minha equipe de trabalho.
Estrelas: ☆☆☆
Sim, tive uma breve fase Ali Hazelwood
esse ano. Li os três livros em sequência e acho que encerrei bem essa fase com “Odeio
te amar”. Por mais que eu tenha amado tudo, eu acho os personagens todos um
pouco parecidos, as histórias bem clichês - nada de errado com clichês, mas em
três livros (e seis histórias) acho que já cobri clichês suficientes.
Além disso, eu gosto de livros
com temática hot. Li Sabrinas, Julias e Biancas na adolescência, li alguns
new adult pré-Dark Romance e depois da Ali cheguei à conclusão de
que prefiro histórias hot com personagens que realmente gostam de sexo.
Acho legal a Ali trazer ao protagonismo personagens assexuais, demissexuais
etc, acho importante dar esse espaço para essas histórias. Porém, eu prefiro
histórias com mais tensão sexual, mais tesão, mais pegada.
Ali, não é você. Sou eu.
Vou deixar o caminho aberto para outros livros dela no futuro. Clichês são bons porque a gente já sabe que gosta.


